Instituição

A AMFF pretende ser um projecto multifacetado, com oferta de diferentes tipos de música e de experiências artísticas, contribuindo para o gosto pela Música e pela sua prática, proporcionando vivências musicais a muitos jovens que não têm capacidade económica para tal, alargando públicos e dignificando o sistema educativo e a Música em geral e a Portuguesa em particular.
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quarta-feira, 11 de julho de 2012

“O Melhor dos Mundos Possíveis”


20, 21 e 22 Julho| Teatro Diogo Bernardes | 21h30

ÓPERA “O Melhor dos Mundos Possíveis”

Música | Adaptação de Leonard Bernstein (1918/1990)
Texto | Adaptação Portuguesa de “Candide” de Voltaire por José Lourenço
Direção Artística | José Lourenço
Produção | Atelier de Ópera “Manóperas de Diversão”
Direção de Orquestra | Pedro Sousa

Músicos | Marina Pacheco, José Corvelo, José Lourenço, Lara Costa, Fabrice Carneiro e elementos do “Manóperas de Diversão”

Coros e Orquestra | AMFF/ Academia de Música de Ponte de Lima/ Conservatório de Música da Maia – Ensemble Notas Soltas
O Melhor dos Mundos Possíveis ... será que é aquele em que vivemos ? A julgar pela presença da palavra "crise" nas capas dos jornais somos levados a discordar. Não faltam, porém, ministros, primeiros-ministros, astrólogos e outros otimistas a "dourar a pílula". O fenómeno não é de hoje e tem como protagonista, em pleno "século das luzes", o filósofo alemão Gottfried Wilhelm von LEIBNIZ (1646-1716). Nos seus "Ensaios Sobre a Bondade de Deus, a Liberdade do Homem e a Origem do Mal" Leibniz defende que Deus, ao criar o mundo em que vivemos, só poderia ter optado por criar um mundo perfeito. Contra esta visão e apoiado por factos tristemente reais (desastres naturais, guerras, doenças, esclavagismo, intolerância religiosa ...) ergue-se, no alvor da Revolução francesa, outro grande filósofo: François-Marie Arouet de VOLTAIRE (1964-1778). Chocado pelas notícias do "Sismo de Lisboa" (1 de Novembro de 1755) Voltaire decide refutar as ideias de Leibniz e, da sua pluma, jorra, em meros três dias, uma das maiores obras da literatura universal: "Candide, ou o Otimismo". Trata-se de um conto filosófico mas, simultaneamente, de um livro de aventuras, pleno de fantasia, humor e muitas viagens, com estadia incluída no mítico El Dorado e uma "festa religiosa" em Portugal! Ao longo de 30 atribulados capítulos, Voltaire faz-nos perceber como Leibniz estava errado e como o otimismo em excesso pode ser a porta para grandes males... Vamos, então ser "Velhos do Restelo"?! "Nem oito nem oitenta". Apesar de não vivermos no melhor dos mundos, Voltaire aponta pistas para que, ao longo dos nossos dias, possamos dizer "a vida é bela!" Quem as quiser conhecer deve ver e ouvir este espetáculo preparado com entusiasmo pela oficina "Manóperas de Diversão" e intérpretes profissionais, numa parceria da Academia de Música Fernandes Fão com outras instituições de ensino artístico (Ensemble Notas Soltas do Conservatório de Música da Maia, designadamente). Os números musicais têm a assinatura do compositor americano Leonard Bernstein e o espetáculo conta, logo de início, com a presença do próprio!!!  

sábado, 7 de julho de 2012

“WIENIAWSKI, SZYMANOWSKI e STRAUSS”


16 Julho| Teatro Diogo Bernardes | 18h30

“WIENIAWSKI, SZYMANOWSKI e STRAUSS”

Nuno Soares Violino | Youri Popov Piano


PROGRAMA

I
K. SZYMANOWSKI (1882/1937)
                                                Sonata em Ré Menor, Op. 9
                                                Allegro moderato. Patetico
                                                Andantino tranquillo e dolce
                                                Finale (Allegro molto, quasi presto)



H. WIENIAWSKI (1835/1880)
                                                Variações sobre um Tema Original, Op. 15

II
K. SZYMANOWSKI (1882/1937)
                                                Mitos, Três Poemas, Op. 30
                                                Fonte de Arethusa

R. STRAUSS (1864/1949)
                                                Sonata em Mi b Maior, Op. 18
                                                Allegro ma non troppo
                                                Improvisation (Andante Cantabile)
                                                Finale (Andante – Allegro)




Nuno Miguel Areia Soares nasceu no Porto e iniciou os estudos na Academia de Música de Viana do Castelo. Inicialmente trabalhou com Macau Filipe e na Escola Profissional Artística do Vale do Ave - Artave, com Suzanna Lidegran tendo, também, a oportunidade de trabalhar com Gaio Lima. Licenciado pelo Royal College of Music (Londres), com Felix Andrievsky, viola com Brian Hawkins e direcção de orquestra com Neil Thomson. Em 2000, foi-lhe atribuído o Prémio Dove pelo Royal College of Music. Obteve, em 2004, o Master of Music in Performance do Cleveland Institute of Music, Estados Unidos, com os professores Stephen Rose e William Preucil. Ainda nos Estados Unidos, fez parte da Orquestra Sinfónica de Canton, da Filarmónica de Erie e lecionou na escola de música Kehoe Music and Dance (Cleveland). Participou em masterclasses de Gerardo Ribeiro, Zakhar Bron, Felix Andrievsky, Zvi Zeitlin, Victor Danchenko, Augustin Leon Ara e Lydia Mordkovich, entre outros, Música de Câmara com Augustin Dumay, Maria João Pires, Jian Wang, Peter Marsh e Peter Salaff. Apresenta-se regularmente em recitais de violino solo ou acompanhado pelos pianistas Youri Popov, Ilya Sinaisky e Jakub Czkierda em Portugal, Espanha, Inglaterra, Polónia e nos Estados Unidos da América. Destacam-se as interpretações da Sinfonia Concertante de Mozart com a Dulwich Orchestral Society – Londres, sob a direção do maestro Julian Williamson; o Concerto de Sibelius com a Orquestra Artave e o maestro Ernst Schelle; o Concerto de Beethoven e o Concerto Nº 4 de Mozart com a Orquestra do Norte e o maestro Ferreira Lobo; o Concerto de Vieuxtemps Nº 5 com a Orquestra da EPMVC e o maestro Ernst Schelle; o Concerto nº 1 de Schostakovich com a Orquestra Clássica de Espinho e o maestro Pedro Neves. Apresentações com a Camerata Medina incluíram concertos de violino de Bach e Vivaldi. É membro fundador do Trio Medina/Ensemble Medina/Camerata Medina. Foi concertino da Orquestra de Câmara do Minho e, atualmente, desempenha a mesma função na Orquestra Clássica de Espinho. Colabora com regularidade no Remix Ensemble da Casa da Música – Porto. É professor na Escola Profissional de Música de Espinho e na Universidade de Aveiro.

Youri Popov estudou música no Colégio Académico de Música do Conservatório de Moscovo com a eminente professora Vera Khoroshina, tendo posteriormente ingressado no Conservatório Tchaikovsky de Moscovo onde trabalhou com o pianista e professor E. Malinin. A sua atividade de concertista começou quando era ainda estudante. Foi o primeiro intérprete do Concerto Nº 4 para piano e orquestra de Dimitri Kabalevsky com a Orquestra Filarmónica de Moscovo dirigida pelo maestro D. Kitaenko. Como solista da Sociedade Filarmónica da cidade de Vladimir / Rússia realizou vários concertos em diversas cidades da ex-União Soviética. Em 1995-96 atuou com a Orquestra de Câmara de Moscovo “Música Viva” sob a direção de A. Rudin tendo efetuado uma digressão por várias cidades da Rússia, onde apresentou um ciclo de concertos de W.A. Mozart. Desenvolveu atividade de docente no Colégio Académico de Música de Vladimir. Reside, em Portugal, desde 1998.

 

quinta-feira, 5 de julho de 2012

“O Hábito não faz o Monge”


15 Julho | Teatro Diogo Bernardes | 16h30
“O Hábito não faz o Monge” por Companhia de Teatro Stranaidea

“IL COSTUME NON FA L’ATTORE” (O HÁBITO NÃO FAZ O MONGE) criação teatral coletiva inspirada no texto de EDUARDO DE FILIPPO “A ARTE DA COMÉDIA”, com figurinos e cenografia realizados nos ateliers artísticos da cooperativa, representa uma reflexão sobre o trabalho e função social do teatro, infelizmente nem sempre reconhecido, e sobretudo sobre a motivação que todos ao dias os leva ao prazer de estar em cena.

FICHA TÉCNICA

Direção de palco Maria Pia Schiavone, Daniela Mancini
Luz e som Giorgio Codias
Assistência de Direção Marcello Turco, Marco Fiorito
Guarda roupa e cenografia Agnieszka Zlewska, Casa di Zanzero, Artemista, Ser e Ser Bimbi.
Coreografia Valentina Gallo
Encenação Francisco Braz

ATORES

Elena Siciliano Bianca Morsiani
Marcello Turco Simona Cangialosi
Paolo Conti Maria Luscri
Carlo Marmo Giuseppe Bannino
Marco Fiorito Beatrice Ferlano
Martina Tazzara Raimondo Romanazzi
Gianpaolo Dell’Anna



Sediada Em Turim Itália a cooperativa social “STRANAIDEA” é uma Instituição que atende cidadãos com deficiência mental e multideficiência, com várias valências espalhadas um pouco por toda a cidade. Com uma forte componente artística e laboral esta instituição tem como principal preocupação a inclusão social dos clientes a quem presta apoio, quer na vertente artística, criando parcerias com artistas nacionais e estrangeiros e fomentando intercâmbios com instituições similares que tem como principal preocupação o desenvolvimento das capacidades artísticas das pessoas portadoras de deficiência assim como o seu reconhecimento publico e social, como também a integração laboral em áreas de formação profissional onde podem desenvolver e integrar empresas de prestação de serviços públicos. Com uma equipa jovem e entusiasta esta cooperativa tem ao longo do passado ano (20011) festejado com vários eventos os seus vinte e cinco anos de existência, tentando dar mais visibilidade às suas iniciativas artísticas e ao seu trabalho em prol da integração. Dentro destes festejos coube ao já existente atelier de expressão dramática o desafio de criar uma obra de teatro que de alguma forma fosse ao encontro da celebração e ao mesmo tempo dar a conhecer a qualidade artística dos elementos que o integram.

Tendo por base a inclusão estabeleceu uma parceria com a associação cultural” Teatro Orfeo”, também sediada em Turim com experiencia em trabalho comunitário, nas áreas do teatro e da dança, integrou alguns dos elementos da associação e convidou um encenador Português (Francisco Braz) com larga experiencia no campo e fundador do primeiro grupo português – CRINABEL TEATRO, integralmente formado por atores portadores de deficiência mental.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

JANGADA DE PEDRA, “O Baile”


14 Julho | Teatro Diogo Bernardes | 21h30

JANGADA DE PEDRA, “O Baile”

Workshop e Espetáculo de Dança
 
Ficha técnica / artística
conceção, direção e coreografia – Aldara Bizarro
interpretes – Bibiana Figueiredo e 5 interpretes a definir
criação musical – Artur Fernandes (danças ocultas)
administração e produção – Francisca Vaz Pinto, jangada de pedra
coprodução – Cultideias, Teatro Cine de Gouveia, Cine Teatro de Pombal, Casa da Cultura de Seia, Teatro Diogo Bernardes de Ponte de Lima, Centro Cultural de Paredes de Coura

duração: 60 minutos


SINOPSE
Espetáculo participativo para todos os públicos. O Baile é um espetáculo de dança inspirado no filme “O Baile” de Ettore Scola, e na memória dos bailes de bairro, de aldeias e vilas de Portugal.
A partir de uma recolha de vários tipos de bailes procura-se recriar um baile contemporâneo, pertinente e atual, de um lugar único e idealizado pelas ideias dos participantes e da equipa artística deste projeto.
O projeto envolve 15 pessoas de cada localidade selecionadas através de um apelo aos teatros envolvidos. Os participantes são de idades variadas, entre os 7 e os 70 anos, que em conjunto com os bailarinos, atores e coreógrafa, colaboram na interpretação do espetáculo.
Será também integrada no espetáculo uma banda local de acordeões ou concertinas que, em conjunto com o músico e com a equipa, darão som ao espetáculo.

sábado, 30 de junho de 2012

“Mazgani”, Banda de Música Indie Rock


7 Julho| Teatro Diogo Bernardes | 21h30

“Mazgani”, Banda de Música Indie Rock


FICHA TÉCNICA / ARTÍSTICA

MAZGANI VOZ E GUITARRA
SÉRGIO MENDES GUITARRA
PEDRO GONÇALVES GUITARRA
VÍTOR COIMBRA CONTRABAIXO
JOÃO VITOR BATERIA

DURAÇÃO: 75 MINUTOS


Mazgani é um cantautor, que deu início à sua carreira com a edição do álbum "Song of the new heart" no final de 2007. Um debut aclamado pela crítica especializada, com grandes canções, de belas melodias e uma poesia que dificilmente se enquadram no facto de ser somente um primeiro disco.

Shahryar Mazgani começou a cantar em 2004, contando Leonard Cohen, Nick Cave e Tom Waits como alguns pontos de referência da sua voz artística. Para além da poesia e da intensidade dos seus temas, Mazgani conta também com uma presença em palco digna dessas mesmas referências.

A revista de renome “Les Inrockuptibles”, em França, já deu a sua opinião: Mazgani foi considerado um dos 20 melhores novos artistas musicais da Europa. No final de 2008, o International Songwriting Competition, onde figuram nomes como Tom Waits e Jerry Lee Lewis no painel de juízes, premiou com o terceiro lugar o tema "Somewhere Beneath This Sky". Concorreram a esta competição 16,000 artistas de todo o mundo.

2009 foi um ano repleto de actividade: o lançamento do EP "Tell the People" – uma edição Optimus Discos, e a edição internacional "Ladies and gentleman, introducing Mazgani". Esta coletânea reúne 5 temas do EP “Tell the People” e 5 temas do primeiro álbum, bem como, o tema inédito “Slaughterhouse of Love”. Este lançamento foi motivo de várias digressões pelo BeNeLux e Escandinávia, incluindo um showcase no Festival Eurosonic em Janeiro 2010.

Em Abril de 2010, Mazgani lança aquele que é o seu segundo disco de originais “Song of Distance”.

Contando novamente com a produção de Pedro Gonçalves e Hélder Nelson, Mazgani e seus cúmplices recolheram-se no campo e entre caminhos de cabras e olivais, montaram um estúdio improvisado num dos espaços do CENTA (Centro de Novas Tendências Artísticas), tendo gravado 14 canções em cerca de 10 dias. A ambição era encontrar a paixão e a verdade de cada desempenho, a vida de cada canção. O resultado é um disco despojado e nu, que expõe uma voz que canta a solidão dos grandes amores, a falta, a queda e a urgência.

No seguimento da edição nacional do disco, Mazgani atua em França no Festival Europavox 2010 e em território nacional em vários Auditórios e Festivais como o MED Loulé ou Sintra Misty terminando o ano com um concerto no Clube “Moby Dick” em Madrid. Entretanto, “Song of Distance”, foi também lançado no Reino-Unido, onde conta com uma edição digital via a AWAL (ArtistsWithout a Label), plataforma que ajudou a lançar vários projetos de renome, incluindo os Arctic Monkeys. De destacar ainda o lançamento deste álbum nos territórios do Benelux.
 
Mazgani foi, também, a convite do encenador João Lourenço, o responsável pela banda sonora da peça “O Senhor Puntila e o seu criado Matti”, de Bertold Brecht, em cena no Teatro Aberto. Esta peça conta com nomes como Miguel Guilherme e Sérgio Praia, para além de um elenco de 15 atores e 3 músicos que irão interpretar ao vivo os temas compostos por Mazgani.