07 de Julho de 2012
Participantes Externos: 10 Euros;
Ouvintes: 5 Euros.
Inscrições em: https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dG9qam1IWk0zTGpYQ01VeGsyT1k4aUE6MA
Siga o evento no Facebook em: http://www.facebook.com/events/380211162028567/
A AMFF é uma instituição vocacionada para o ensino artístico da Música, reconhecida pelo Ministério da Educação e com paralelismo pedagógico.
Instituição
A AMFF pretende ser um projecto multifacetado, com oferta de diferentes tipos de música e de experiências artísticas, contribuindo para o gosto pela Música e pela sua prática, proporcionando vivências musicais a muitos jovens que não têm capacidade económica para tal, alargando públicos e dignificando o sistema educativo e a Música em geral e a Portuguesa em particular.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Tríssono
7 Julho | Abertura da Feira de Artesanato | 18h30
“Tríssono” | Um Século de Guitarra de Coimbra
Álvaro Aroso – guitarra portuguesa (coimbrã), José Santos Paulo -
guitarra portuguesa (coimbrã) e Eduardo Aroso - viola dedilhada (guitarra
clássica)
PROGRAMA
- Carlos
Paredes, Verdes Anos
Séc XIX/XX
- Anthero da
Veiga
Bailados
do Minho
Anos 20/30
- Flávio
Rodrigues
Valsa
em Sol Maior
- Jorge
Morais “Xabregas”
Variações
em Lá menor
- Artur
Paredes
Variações
em Sol Maior
Anos 30/40
- António
Carvalhal
Variações
em Lá Maior
- Armando
Carvalho Homem
Variações
em Ré menor
- José
Amaral
Variações
em Lá menor
Anos 50/60
- João Bagão
Variações
em Lá menor
- António
Brojo
Estudo
em Lá
Anos 70
- Álvaro
Aroso
Renascer
- Carlos
Paredes
Variações
sob uma dança popular
Álvaro Aroso
nasceu em Coimbra, em 1954. Licenciado em Economia. Fez parte de grupos
musicais académicos. Colaborou em programas de televisão. É intérprete e
compositor de guitarra de Coimbra.
José Santos
Paulo nasceu em Nova Freixo, Moçambique, em 1960. Fez parte de grupos musicais
académicos. Colaborou em programas de televisão. Diplomado com o Curso de Canto
do Conservatório, intérprete de guitarra de Coimbra, é professor deste
instrumento no Conservatório de Música de Coimbra. Publicou Método de Guitarra
Portuguesa, obra que contempla um ensino progressivo, desde simples exercícios
a peças para instrumento solista e orquestra.
Eduardo
Aroso nasceu em Coimbra, em 1952. Licenciado em Música (ensino genérico). Fez
parte de grupos musicais académicos. Colaborou em programas de televisão. Intérprete
de viola dedilhada (guitarra clássica), autor de poemas e fados/baladas, bem
como de música para guitarra de Coimbra e guitarra clássica. Publicou, entre
outros, A Guitarra Portuguesa – Património Cultural.
Para além
deste programa instrumental intitulado 12 peças e 12 autores, os elementos do
TRÍSSONO constituem, com outros, a Tertúlia do Fado de Coimbra, grupo com cerca
de 4 décadas, com atuações nos cinco continentes, tendo uma discografia que
contempla desde os chamados temas “clássicos” de Coimbra (Relíquias CD) aos
originais do próprio grupo (Amanhecer em Coimbra CD). Álvaro Aroso, José Santos
Paulo e Eduardo Aroso fizeram parte do grupo «Quatro Elementos», tendo gravado
o CD intitulado O meu lugar, com músicas originais sobre poemas de António
Arnaut. José Santos Paulo e Eduardo Aroso gravaram também, recentemente, a obra
completa de Flávio Rodrigues, guitarrista de Coimbra.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Encontro com um Piano
6 Julho | Teatro Diogo Bernardes | 18h30
“Encontro com um Piano” | Vasco Rocha
PROGRAMA
- Bach (1685/1750)
Fantasia
Cromática e Fuga em Ré menor
- Liszt- Paganini
(1811/1886)
Estudo
nº2 em Mi bemol Maior
- Beethoven
(1770/1827)
Sonata
nº18, em Mi bemol, op.31 no.3
- Ravel (1875/1937)
Sonatina
Vasco Silva Dantas Rocha nasceu no Porto, em 1992. Fez Com a sua primeira apresentação pública como pianista aos 6 anos de idade. Em 2000, foi admito com distinção no Conservatório de Música do Porto. Desde então, já atuou como pianista e violinista em mais de uma centena de eventos musicais, em variadas salas de renome, em Portugal, Espanha, Grécia e Reino Unido, tais como, Teatro de San Agustin, Whiteley Hall, Amaryllis Fleming Concert Hall, Casa da Música, CCB, Auditório Caixa Nova de Vigo, Europarque, Grémio Literário de Lisboa, Ateneu Comercial do Porto, Teatro Helena Sá e Costa, Museu Romântico do Porto, Salão Árabe do Palácio da Bolsa, entre outros.
De entre os vários prémios obtidos em diferentes concursos em Portugal e Espanha, destacam-se os seguintes primeiros prémios: Concurso de música de Câmara Maestro Ivo Cruz (em 2004 e 2008), Concurso de Piano de Vigo (2006 e 2010); Concurso de Piano “Marília Rocha” (“2006”); Concurso Ibérico de Piano do Alto Minho (2007 e 2011); Concurso Internacional de Piano do Fundão (2007); Concurso de Piano de Paços de Brandão (2007); Concurso de piano Elisa Pedroso (2009); Concurso Internacional de Piano “Florinda Santos” (2010); Concurso de Piano de “Santa Cecília”, Porto (2011). Foi também distinguido com o “Prémio Casa da Música 2009”.
Em Junho de 2010, completou os seus estudos no Conservatório de Música do Porto (8ºgrau), com a nota máxima de 20 valores, onde foi sempre aluno da pianista Rosgard Lingardson. Participou em diversas masterclasses de piano e violino com professores conceituados, tais como, Dimitri Alexeev, Álvaro Teixeira Lopes, Phillipe Cassard, Andrew Ball, Pedro Burmester, Ian Jones, Betty Haag-Kuhnke, Sergei Covalenco, Fausto Neves, Peter Donohoe, entre outros. Recebeu conselhos do Maestro Ivo Cruz. Gravou em CD, a convite da Rádio Galega, em Vigo, no Auditório Caixa Nova, e também em Manchester no Grande Auditório do Chetham’s College. Em Janeiro de 2011 realizou, na “Sala Suggia” da Casa da Música, um recital de piano após ter sido premiado com o “Prémio Casa da Música 2009”. Em Setembro de 2010 iniciou os seus estudos no Royal College of Music, em Londres, onde trabalha com o conceituado professor Niel Immelman.
De entre os vários prémios obtidos em diferentes concursos em Portugal e Espanha, destacam-se os seguintes primeiros prémios: Concurso de música de Câmara Maestro Ivo Cruz (em 2004 e 2008), Concurso de Piano de Vigo (2006 e 2010); Concurso de Piano “Marília Rocha” (“2006”); Concurso Ibérico de Piano do Alto Minho (2007 e 2011); Concurso Internacional de Piano do Fundão (2007); Concurso de Piano de Paços de Brandão (2007); Concurso de piano Elisa Pedroso (2009); Concurso Internacional de Piano “Florinda Santos” (2010); Concurso de Piano de “Santa Cecília”, Porto (2011). Foi também distinguido com o “Prémio Casa da Música 2009”.
Em Junho de 2010, completou os seus estudos no Conservatório de Música do Porto (8ºgrau), com a nota máxima de 20 valores, onde foi sempre aluno da pianista Rosgard Lingardson. Participou em diversas masterclasses de piano e violino com professores conceituados, tais como, Dimitri Alexeev, Álvaro Teixeira Lopes, Phillipe Cassard, Andrew Ball, Pedro Burmester, Ian Jones, Betty Haag-Kuhnke, Sergei Covalenco, Fausto Neves, Peter Donohoe, entre outros. Recebeu conselhos do Maestro Ivo Cruz. Gravou em CD, a convite da Rádio Galega, em Vigo, no Auditório Caixa Nova, e também em Manchester no Grande Auditório do Chetham’s College. Em Janeiro de 2011 realizou, na “Sala Suggia” da Casa da Música, um recital de piano após ter sido premiado com o “Prémio Casa da Música 2009”. Em Setembro de 2010 iniciou os seus estudos no Royal College of Music, em Londres, onde trabalha com o conceituado professor Niel Immelman.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
“Diálogo de Cordas”
5 Julho | Teatro Diogo Bernardes | 18h30
“Diálogo de Cordas”
Eliseu Silva Violino | Olga Amaro Piano
PROGRAMA
I
- C. Saint-Saens (1835/1921)
Introduction et Rondo Capriccioso op. 28
- F. Kreisler (1875/1962)
Liebesleid
- C. Debussy / J. Heifetz
(1901/1987)
Beau Soir
- P. Tchaikovsky
(1840/1893)
Valse-Scherzo op.23
II
- I. Albeniz (1860/1909)
Tango
op.165
- E. Granados / F. Kreisler (1875/1962)
Danse Espagnole
- H. Villa-Lobos (1887/1959)
O Canto do Cisne Negro
- A. Piazzolla (1921/1992)
Libertango
Milonga
en re
Fracanapa
- C. Gardel (1887-1890?/1935)/
J. Williams
Por una Cabeza
Eliseu Silva, natural do Porto, nasceu em 1983. Ingressou no
Conservatório de Música do Porto, na classe de violino do Prof. José Paulo
Jesus. Licenciou-se na ESMAE com classificação máxima na classe do professor
Radu Ungurano. Estudou paralelamente com Prof. Valentin Stefanov. Realizou
Pós-Graduação em Performance e Mestrado em Pedagogia e em Ensino de Música, na
Universidade de Aveiro. Atualmente, é doutorando no Curso de Música e
Musicologia, vertente de Interpretação, na Universidade de Évora.
Obteve diversos prémios e galardoes nos concursos "Júlio
Cardona" (Covilhã) e Prémio Jovens Músicos - Rádio Difusão Portuguesa,
assim como no Concurso Superior de Interpretação do Estoril, Concurso de Cordas
da Yamaha Music Foundation Of Europe e Concurso Helena Sá e Costa, Prémio Engº
António de Almeida, Prémio Rotary Club Porto e Concurso Internacional de
violino José Augusto Alegria. Em Março de 2005 obteve a Bolsa de Mérito do
I.P.P Instituto Politécnico do Porto. Foi convidado pelo professor Uwe-Martin
Heiberg para integrar a sua classe na Hochschule Fur Musik Hanns Eisler Berlin.
Em 2003 foi o primeiro violinista português a ser membro da GUSTAV
MAHLER JUGEND ORCHESTER(GMJO), para uma Easter Tour na Suiça e no Japão com
Pierre Boulez. Apresentou-se a Solo com variadas orquestras e agrupamentos
musicais como a Orquestra de Câmara do Conservatório Música do Porto,
Sinfonieta da ESMAE, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Académica do
Porto, Ensemble Música Esperança e Lusitanæ Ensemble, Orquestra do Vale do
Sousa, desempenhando em muitas destas o cargo de concertino e como solista Fez
vários recitais pelo país e no estrangeiro, a solo e com piano. Destacam-se os
mais recentes, realizados em Bucareste e Constanza (2011) com a pianista Olga
Amaro e, ainda, concertos inseridos nos Festivais de Outono em Aveiro, Festival
de Cascais, Ponte de Lima, Vila Real e Bragança. Orientou várias Master-Classes
em Aveiro, Porto e Maia. Como repercussão do seu trabalho de Mestrado dirige e
coordena um projecto de cariz social, envolvendo o Curso de Musica Silva
Monteiro Câmara do Porto, o Ministério da Educação, a Bial e o BPI em que tem a
orquestra como instrumento dinamizador.
Olga Amaro é diplomada pela Universidade de Stellenbosch, integrando durante
anos a classe da pianista Nina Schumann, com quem concluiu em 2008 o grau de
Mestre em Piano Performance cum laude. Ao longo do seu percurso musical foi
aluna de Eugénia Moura (AMFF) e Constantin Sandu (ESMAE) formando-se
paralelamente com músicos como Helena Sá e Costa, Sequeira Costa, Vladimir
Viardo, Konstantin Sherbakov, Alexei Lubimov, entre outros.
Detentora de vários prémios a nível nacional e internacional, entre
eles o 1º Prémio no Concurso Nacional Florinda Santos (1996), Mabel Quick
Competition e o 1º Prémio na Categoria de Ensemble do ATKV-Muziq Competition
(Pretória, África do Sul), Olga Amaro é uma presença regular como solista e
músico de câmara, tendo realizado concertos em Portugal, Espanha, Roménia,
África do Sul e Moçambique.
De 1997 a 2003 foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, tendo
também recebido o Prémio Lions Clube e a Bolsa de Mérito do Instituto
Politécnico do Porto (2002). Em Outubro de 2011 foi laureada com o Prémio de
Melhor Pianista do 5º Concurso de Canto Lírico da Fundação Rotária Portuguesa. Presentemente
ocupa o cargo de pianista acompanhadora da AMFF.
terça-feira, 26 de junho de 2012
“Viagem a Buenos Aires” - Concerto encenado
4 e 6 de Julho | Teatro Diogo Bernardes | 21h30
“Viagem a Buenos Aires” - Concerto encenado
Marina Pacheco & Olga Amaro
Conceção - Marina Pacheco, Olga Amaro e Pedro Lamares
Encenação e Dramaturgia - Pedro Lamares
Luz - Pedro Cabral
Fotografia - António Carlos Matos
Som - Inês Lamares
Figurino - Elisabete Castro
CO-produção - Marina Pacheco & Olga Amaro / Em Cena (AMFF)
Interpretação
Voz - Marina Pacheco
Piano - Olga Amaro
Violino - Carlos Pinto da Costa
Violoncelo - Nuno Cruz
Poemas ditos - Pedro Lamares
Quando pensamos em Tango, pensamos quase inevitavelmente num homem e
numa mulher. Num vestido vermelho que revela as pernas em meias rendadas. Numa
rosa na boca, se quisermos ir ao limite do lugar-comum. Em suma, pensamos na
expressão da sensualidade, num belíssimo jogo de sedução. Numa iminência
latente que lembra o cinema, quando a cena é cortada no auge da tensão erótica
para uma elipse de tempo, porque é já claro para o espetador o que aconteceu
entretanto. Se é verdade que, na arte como na vida, a “sugestão” preserva uma
sensualidade e elegância que normalmente a “exposição” acaba por desmistificar,
não é menos verdade dizer que o Tango nem sempre foi tão elegante e contido.
Tão conveniente aos nossos padrões sociais europeus.
Nascido nas zonas portuárias de Buenos Aires e Montevideo em pleno séc.
XIX, era dançado inicialmente entre homens, por vezes como expressão bélica, de
faca na mão, em disputa por um “engate”, um “estatuto” ou por outros desacatos.
Segundo se sabe, terá nascido entre os marinheiros alemães e a população local,
com a música que por ali se fazia. Só depois começou a ser dançado em pares
mistos, nos prostíbulos. Em todo caso, é inequívoco que o Tango nasceu entre os
marinheiros que desembarcavam nas margens do Rio de Prata em busca de algo mais
do que mantimentos e descanso. Décadas mais tarde começou, a custo, a ser
aceite e dançado pelas classes mais altas até ser “importado” pela sociedade
parisiense e definitivamente disseminado pela Europa e resto do mundo. Hoje é
Património Imaterial da Humanidade, designado pela UNESCO.
Fruto das viagens e dos marinheiros, nasceu na América do Sul e
tornou-se, ele próprio, pela sua riqueza e simbologia, a embarcação que leva a
bandeira da cultura argentina pelo o mundo, tendo sido responsável por nos dar
a conhecer músicos como Astor Piazzolla e Carlos Gardel. Hoje, é indissociável
do nosso imaginário de Buenos Aires. O Tango traz-nos a Argentina, como a Bossa
Nova nos leva ao Brasil e Hollywood nos traz os Estados Unidos. Porque a arte
não só viaja como nos ensina a viajar.
Só se pode ver bem com o coração. O essencial é Invisível aos olhos,
escreveu Saint-Éxupery. Foi assim que quisemos olhar o Tango, nesta viagem. Sem
a pretensão de contar a sua história, sem o delírio de pretender estar lá,
estando cá. Focando na identificação em detrimento da ilustração. Cerrando os
olhos para aprender a olhar. E sentimos o fado muito próximo. Talvez porque “O
Tango é um sentimento triste que se pode dançar”, segundo Discépolo, poeta
Argentino.
O espetáculo é uma viagem musical, poética e fotográfica pelo nosso
imaginário, partindo de Portugal, com escala em Cabo Verde e no Brasil, destino
a Buenos Aires, que pode ser qualquer lugar dentro de nós. Daqueles que nos
trazem memórias de coisas que não vivemos, pelo menos de forma consciente.
Procuramos a tal “iminência”. A “sugestão”. A “elipse” entre pensar em ir e já
lá estar. O “quase” que tantas vezes somos e a “saudade” que dizemos que somos
e tantas vezes não sabemos bem de quê...
Pedro Lamares
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Festival Percursos da Música 2012
O Festival “Percursos da Música 2012” continua, na senda das edições
anteriores, a privilegiar a abordagem multidisciplinar que o distingue dos
restantes festivais de música tradicionais. Conscientes de que a formação de
públicos é fulcral para o incremento da cultura na região e no país, os
programas são criteriosamente selecionados para a maior parte da população e
não para nichos específicos de mercado. Com a chancela da Academia de Música
Fernandes Fão e da Academia de Música de Ponte de Lima, em parceria com o
Teatro Diogo Bernardes e patrocinado integralmente pelo Município de Ponte de
Lima, os artistas participantes possuem uma vitalidade notável e uma projeção nacional
e internacional, mesmo no caso dos mais jovens. A vertente pedagógica é,
também, uma constante! Assim, a inclusão de alunos da AMFF/AMPTL tem como
principal objetivo torná-los, no futuro e independentemente da profissão a
escolher, profissionais competentes, cultos, criativos, flexíveis de pensamento
e socialmente intervenientes. Como disse o professor Agostinho da Silva, grande
referência da cultura portuguesa como filósofo, poeta e ensaísta, devemos
ajudar os alunos a serem simultaneamente “soldados” e “poetas”.
A música e a vida são construídas com memórias físicas, mentais e
sensoriais. Ouvir música implica analisar, individualmente, as diferentes
componentes musicais e, simultaneamente, ter a sua perceção global, numa
experiência artística do espírito e dos sentimentos. E essas experiências serão
muito intensas desde o espetáculo de abertura do Festival, “Viagem a Buenos
Aires”, até ao encerramento com a ópera “O Melhor dos Mundos Possíveis”, com
texto em português e numa adaptação de “Candide” de Voltaire e música do
espantoso compositor americano Leonard Bernstein! A vários recitais de piano,
violino, flauta, guitarra clássica e guitarra portuguesa juntar-se-ão outras
manifestações, como animação de rua com ensemble de cordas, de sopros e música da
Galiza, teatro “O Hábito não faz o Monge”, dança com a “Jangada de Pedra” e
Indie rock com “Mazgani”. À semelhança dos outros anos, o Festival
espalhar-se-á por toda a vila, desde o auditório da Academia de Música e Teatro
Diogo Bernardes, passando pelo Largo Camões, Largo da Picota e Loja Rural –
antiga Cadeia das Mulheres.
Estamos certos que os espetáculos serão enriquecedores e inesquecíveis
para aqueles que quiserem ter o privilégio de estar presentes. Como dizia o
escritor Aldous Huxley, a música é aquilo que mais aproximadamente exprime o
inexprimível … Sintam e vivam!!!
A Diretora Artística
Eugénia Moura
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